terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

QUEDA NO PREÇO DOS IMÓVEIS EM SÃO PAULO



Quem pretende comprar um imóvel novo na cidade de São Paulo e anda assustado com a alta nos preços deverá ter um alívio em 2013, segundo profissionais do setor imobiliário.
A aposta de boa parte do mercado é que o valor do metro quadrado cresça de 5% a 10% em relação a 2012. Se a previsão se confirmar, será mais um capítulo na desaceleração dos preços. E já há quem fale em queda.


Lançamentos ficaram 10,5% mais caros em 2012
Após a elevação de 33,5% em 2010, os reajustes vêm perdendo força. Cresceram 26,3% em 2011 e fecharam 2012 com alta de 10,5%, segundo dados preliminares da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).
O número de lançamentos diminuiu 27% no ano passado. Foram 27.835 unidades novas, ante as cerca de 38 mil em 2010 e em 2011.
PIB fraco, dificuldade de aprovação de projetos na prefeitura e "arrumação" diante de um mercado com excesso de lançamentos em anos anteriores são algumas razões apresentadas por incorporadoras e entidades do mercado imobiliário para explicar os números de 2012.
Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (sindicato das empresas do setor), ressalta que, após um grande número de unidades vendidas e lançadas em 2010, as incorporadoras se prepararam para um desempenho parecido em 2011. Como as vendas diminuíram na ocasião, o estoque cresceu, o que, segundo Petrucci, levou as empresas a lançar menos unidades em 2012 como forma de ajustar a oferta à demanda.
MAIS BARATO
Luiz Paulo Pompéia, presidente da Embraesp, diz que em 2013 o setor terá comportamento semelhante ao do ano passado, exceto pelos preços. Para ele, na contramão do que prevê o mercado, haverá redução de 5% a 10% no valor do metro quadrado, com retomada de alta dos preços no ano que vem.
O Secovi-SP projeta expansão de 5% nas vendas e de 10% nos lançamentos. "Nos preços deve haver crescimento de 5% a 10%, acompanhando os custos de insumos e de mão de obra", diz Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato.
Eliane Monetti, professora e pesquisadora do núcleo de "real estate" da Poli, vai na mesma linha e prevê que os preços sigam os custos de construção civil. Em 2012, o CUB (Custo Unitário Básico) da construção civil paulista subiu 7,29%.
Mirella Parpinelle, diretora de atendimento da imobiliária Lopes, afirma que o mercado estará aquecido na cidade. O motivo, segundo ela, é que a demanda por moradia continua alta e que o investidor privilegia a compra de imóveis em razão do menor rendimento de aplicações financeiras (com juros da Selic em 7,25%, seu menor patamar histórico). 

Fonte

Folha de SÃO PAULO


DANIEL VASQUES
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COMISSÃO QUE ACOMPANHARÁ PRIVATIZAÇÃO DOS CARTÓRIOS ELEGE PRESIDENTE NA AL-BA:



A comissão extraordinária da Assembleia Legislativa da Bahia para acompanhar a privatização dos cartórios no estado teve seu presidente eleito nesta terça-feira (27. O deputado Mário Negromonte Júnior (PP) foi aprovado por unanimidade e afirmou que o colegiado não trará nenhum ônus para Casa. “O nosso objetivo é fazer uma agenda de trabalho dialogando com o tribunal de justiça, os cartórios, os setores envolvidos neste processo e a sociedade. Em todos os estado que visitamos a privatização dos cartórios funcionou muito bem. A Bahia foi o último estado a privatizar e estamos constatando que existem ainda algumas imperfeições, problemas na adaptação no novo modelo e os elevados custos dos serviços cartoriais. A comissão vai atuar no sentido de corrigir essas problemáticas e se for necessário vou solicitar autorização ao presidente Marcelo Nilo para trabalharmos no recesso parlamentar, bem como fizemos quando percorremos todo o Brasil colhendo dados e elaborando o projeto de privatização”, disse o parlamentar pepista. A lei de privatização dos 1.463 cartórios baianos entrou em vigor em março deste ano.

Fonte: BA Noticias  por Aparecido Silva

domingo, 11 de novembro de 2012

VANTAGENS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA



Qual o valor do subsídio? Existe um limite no valor de cada imóvel?
Os valores máximos dos subsídios - parte do valor do imóvel que será pago pelo governo - são variáveis de cidade para cidade. Cada cidade possui um teto de valor para que o imóvel se encaixe no programa. Confira as regras na tabela:O valor do subsídio para cada família varia de acordo com sua renda bruta.
Preço do imóvel, R$ 190,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 25.000,00 SP, RJ e Brasília
Preço do imóvel, R$ 170,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 1 mi de hab. e capitais
Preço do imóvel, R$ 145,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 250 mil hab.
Preço do imóvel, R$ 110,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 50 mil a 250 mil hab.
Preço do imóvel, R$ 90,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00  outras cidades
Qual o valor dos juros?
As taxas de juros variam de acordo com a renda.
Faixa de Renda
Tx. anual de juros
Até R$ 2.455,00
                    5% + TR
R$ 2.455,01 a R$ 3.275,00
                    6% + TR
R$ 3.275,01 a R$ 5.000,00
                    7,16% + TR
*TR - Taxa Referencial de Juros
Posso utilizar o meu FGTS na compra do imóvel?
Os recursos podem ser utilizados nas seguintes condições:
  • » O sacador não pode possuir ou estar comprando nenhum imóvel residencial pelo SFH, em qualquer parte do território nacional;
  • » O sacador não pode possuir ou estar comprando nenhum imóvel residencial concluído ou em construção nas seguintes situações:
     • No atual município de residência.
     • No município onde exerça sua ocupação principal, nos municípios vizinhos e na região metropolitana.

Qual o valor máximo da minha parcela?
O valor da parcela mensal deve ser menor do que 20% da renda total.
Fundo garantidor
É um fundo que cobre o cliente em caso de perda de capacidade  de pagamento, como desemprego e/ou perda de renda.
É necessária a comprovação da situação a cada 3 prestações requeridas.
Veja abaixo as condições:
Renda
Prest. Garantidas
Até R$ 2.455,00
               36 prestações*
R$ 2.2455,01 a R$ 3.275,00
               24 prestações*
R$ 3.275,01 a R$ 5.000,00
               12 prestações*
* Para o uso do Fundo é necessário já ter quitado 6 prestações do financiamento e comprovar a perda da renda. Durante o tempo do uso do seguro é necessário o pagamento mínimo de 5% das prestações. Também é necessário estar adimplente nos meses anteriores. 

fonte : MRV

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DECRETO MUDA LIMITE DE RENDA PARA O “MINHA CASA, MINHA VIDA”



Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira confirma a alteração feita no início do mês pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no teto da renda de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. O decreto 7.825 altera o limite de rendimento da faixa 2 de R$ 3.100,00 para R$ 3.275,00.
Em reunião realizada no dia 4 de outubro, o Conselho Curador do FGTS aprovou uma série de mudanças no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida. Entre elas a elevação do teto dos valores dos imóveis; a redução da taxa de juros; o aumento do teto de subsídios concedidos pelo programa; e a alteração no teto da faixa 2, de R$ 3,1 mil para R$ 3,275 mil. A chamada faixa 1 do programa continua com o teto de até R$ 1,6 mil de rendimento mensal e a faixa 3 permaneceu em até R$ 5 mil.

 fonte:  Agência Estado