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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DECRETO MUDA LIMITE DE RENDA PARA O “MINHA CASA, MINHA VIDA”



Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira confirma a alteração feita no início do mês pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no teto da renda de beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. O decreto 7.825 altera o limite de rendimento da faixa 2 de R$ 3.100,00 para R$ 3.275,00.
Em reunião realizada no dia 4 de outubro, o Conselho Curador do FGTS aprovou uma série de mudanças no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida. Entre elas a elevação do teto dos valores dos imóveis; a redução da taxa de juros; o aumento do teto de subsídios concedidos pelo programa; e a alteração no teto da faixa 2, de R$ 3,1 mil para R$ 3,275 mil. A chamada faixa 1 do programa continua com o teto de até R$ 1,6 mil de rendimento mensal e a faixa 3 permaneceu em até R$ 5 mil.

 fonte:  Agência Estado

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

CASA POPULAR PODERÁ CUSTAR MAIS CARO





O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aumentou ontem o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. Nas cidades do Distrito Federal e das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, o teto passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Nas capitais dos demais estados e nos municípios com mais de um milhão de habitantes, o valor máximo a ser financiado passa de R$ 150 mil para R$ 170 mil.Nas localidades que têm população acima de 250 mil habitantes (até 1 milhão) e do entorno do DF, o teto subiu de R$ 130 mil para R$ 145 mil. Naquelas com mais de 50 mil habitantes (até R$ 250 mil), o valor máximo foi elevado de R$ 100 mil para 115 mil. Nas demais, o teto, que era de R$ 80 mil, passará agora para R$ 90 mil.Para facilitar ainda mais a aquisição dos imóveis, o conselho elevou de R$ 23 mil para R$ 25 mil o subsídio dado às famílias com renda mensal de até 1,6 mil, que integram a primeira faixa do programa.

Robério Menezes      

domingo, 17 de julho de 2011

METRO QUADRADO DE IMÓVEIS USADOS CHEGA A CUSTAR 60% MENOS QUE O DE NOVOS

A diferença de valor do metro quadrado médio entre lançamentos e imóveis usados ultrapassa os 60% em algumas áreas de São Paulo; é o que mostra levantamento feito pela Folha com unidades de três quartos em imobiliárias. 

Em Moema (zona sul), por exemplo, o metro quadrado de um apartamento novo sai, em média, por R$ 8.727; já o do usado cai para R$ 5.413. 

Na Casa Verde (zona norte), a variação é de 55%. Um novo sai por R$ 5.259 o m², enquanto um usado de mesma área custa R$ 3.371. 

Em 4 dos 10 distritos levantados, a situação é oposta. O preço médio do metro quadrado de imóveis usados à venda é maior do que o de lançamentos.

Estranha à primeira vista, a inversão se dá por estarem disponíveis para morar -em contraste com a compra na planta- e pela localização. 

No caso da Barra Funda (zona oeste), por exemplo, os usados disponíveis estão em áreas mais nobres do que as dos lançamentos. 

MAIORES E MAIS CAROS

Apesar dos valores atrativos, nem sempre o quadro é favorável à compra do usado. Quando maiores, o preço dos usados ultrapassa o dos lançamentos, em seis distritos. 

Na Vila Andrade (zona sul), o valor médio do metro quadrado dos usados é menor, mas eles possuem quase o dobro da área de um novo. Assim, a unidade mais velha é R$ 137 mil mais cara. 

O preço foi a razão pela qual a analista de sistemas Paula Silva, 27, preferiu um dois - dormitórios de 20 anos na zona norte. 

Para comprar um novo pelo mesmo valor que gastou teria de se contentar apenas com um quarto, diz Silva. 

Fonte: folha.com   
17/07/2011 

 Ao contrario de Ilhéus-BA os proprietários de imóveis tentam a equipara o preço  de seus imóveis usados com os novos apartamentos e com casas recém construída em terrenos de 450 a 500 metros quadrados, hoje os apartamentos estão menores mas com novos acabamentos materiais novos  sem fadiga material, sem desgastes e prédios com estrutura de lazer e condomínios mais baixos prédios. Sem sombra de duvida, imóveis usados dever ter um preço depreciado sim. Um condomínio residencial novo, no entanto, oferece opções de lazer que os prédios mais velhos não trazem. Os novos têm mais vagas de garagem, varandas enormes e academias, piscina área de lazer
"Se o usado precisar de reparos, ainda poderá ser uma oportunidade para o comprador pechinchar, indica o presidente do Creci-SP (conselho de corretores), José Augusto Viana Neto"

Na hora da reforma tem que pesar nos pisos e as instalações elétrica e hidráulica, e algumas paredes se for o caso. Os gastos na reforma de um apartamento ou casa bem feita pode chegar a 20% do valor de compra.