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quarta-feira, 21 de março de 2012

E-SELO: NOVO SISTEMA DE CARTÓRIOS DA BAHIA


O novo sistema e-selo para os cartórios extrajudiciais da Bahia começa a funcionar na próxima segunda-feira (26/03), junto com o início das atividades em caráter privado.

Concebido pelo TJBA, em obediência à Lei 12.373/2011 (Lei de Emolumentos) o sistema e-selo vai possibilitar a emissão do DAJE (Documento de Arrecadação Judicial e Extrajudicial) e a Selagem de todos os atos de acesso público.

Além da segurança que o novo sistema proporciona como selo digital e alfanumérico para escrituras, procurações, certidões e registros, ele traz ainda uma novidade: O usuário terá acesso ao Portal de Selo Eletrônico para conferir a veracidade do selo e o teor do documento emitido pelo cartório.

O e-selo possui um sistema avançado de criptografia que praticamente zera a possibilidade de fraude, e o cidadão será o principal agente fiscalizador, conferindo, no Portal, a autenticidade do selo emitido pelo cartório. Um selo sem a validação do Tribunal de Justiça não vai conter as informações dos atos cartorários.

“Através do novo sistema será feito também o controle da arrecadação e dos atos praticados nos cartórios de todo o estado”, revela o coordenador de Arrecadação da Diretoria de Finanças e Arrecadação do Tribunal de Justiça, José Valdice Sales.

Com a privatização entra em vigor a nova tabela de preços dos serviços cartorários. Os serviços mais utilizados pela população de baixa renda, primeiro Registro Civil e Certidão de Óbito, continuam gratuitos.

A nova tabela traz uma novidade: Foram ampliadas as faixas de valores para imóveis de maior valor. Os imóveis mais caros passam a pagar mais pelo Registro. A nova tabela segue os parâmetros de outros estados da Federação e respeita a Lei 12.373/2011 que dispões sobre a criação de novos Emolumentos ( taxa de serviços notariais).

“O sistema vai permitir maior agilidade, autenticidade e segurança. Também vai inibir a falsificação de documentos”, afirma a delegatária Doris Araújo Castro que atua no cartório de Registro de Imóveis, Títulos, Documentos e Pessoas Jurídicas da comarca de Santa Maria da Vitória.

“Trará praticidade na realização dos atos. A cartilha que recebemos do TJBA é autoexplicativa e traz um passo a passo criterioso, o que facilita o nosso entendimento”, ressalta o servidor José Orlando Lopes de Oliveira que atua no cartório de Registro Civil de Gavião, cidade próxima de Nova Fátima, a 220 quilômetros de Salvador.

A privatização
A privatização dos cartórios extrajudiciais foi determinada pelo Conselho Nacional de Justiça em 2008 e a Lei 12.352/2011 foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, em agosto do ano passado. Em setembro, foi sancionada pelo governador Jaques Wagner.

A Constituição Federal de 1988 dispõe que a prestação dos serviços notariais e de registros será desempenhada por particulares, mediante delegação do Poder Público.

Com a sanção da Lei, cerca de 1.500 cartórios existentes na Bahia (estatizados desde a década de 1960) adotarão o sistema de privatização vigente no restante do país e que já serviu de modelo para países da América Latina, Ásia e Leste Europeu.
Fonte: TJBA

sexta-feira, 9 de março de 2012

EX-SERVIDORES ASSUMEM CARTÓRIOS PRIVATIZADOS


Cento e cinquenta ex-titulares de cartórios tomaram posse das unidades nesta quinta-feira (8), mas desta vez como empresários. Esta foi mais uma etapa da privatização dos estabelecimentos, aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa da Bahia em agosto do ano passado e sancionada em setembro pelo governador Jaques Wagner. Para se tornarem donos dos cartórios, os ex-servidores pediram demissão e receberam dos desembargadores Sinésio Cabral e Antônio Pessoa a delegação para assumir as unidades. Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), os estabelecimentos privatizados devem começar a funcionar no dia 26 de março. De acordo com o Correio, há aproximadamente 1,5 mil cartórios na Bahia, dos quais 600 estão vagos. A titularidade destes será definida por concurso público, a exemplo do que acontecerá com outras 750 unidades, nas quais os tabeliães optaram por não aderir à iniciativa privada. Os servidores serão realocados em outros setores da Justiça. 

Fonte Bahia Noticia 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Documento de Arrecadação Judicial e Extrajudicial – DAJE PROCESSOS CARTORÁRIOS SOFREM ALTERAÇÕES


O Diário da Justiça Eletrônico publicou na edição desta quarta-feira 
(15) a regulamentação da utilização do Documento de Arrecadação 
Judicial e Extrajudicial, o DAJE, e o selo de autenticidade digital no 
âmbito do Poder Judiciário. O novo sistema, além de assegurar mais 
facilidade aos usuários da Justiça, visa controlar com mais segurança 
os atos praticados nos cartórios. A simplificação dos procedimentos é 
outra vantagem proporcionada pelo programa, que vai substituir os 
Documentos de Arrecadação Judiciária (DAJ) ON, - emitidos pelos 
cartórios - e o DAJ Eletrônico, lançados diretamente pela população 
por meio do site do Tribunal de Justiça. O DAJE também vai substituir 
a Guia de Recolhimento, a GR. Antes paga apenas no Bradesco, a guia 
poderá ser recolhida no Banco do Brasil e na Caixa Econômica 
Federal,instituições financeiras que têm convênio com o Tribuna de 
Justiça, em seus agentes bancários, terminais de 
autoatendimento,internet e casas lotéricas. "Com certeza, vai trazer 
mais controle", afirma José Valdice Sales, coordenador de Arrecadação 
da Diretoria de Finanças e Arrecadação do Tribunal de Justiça, sobre a 
iniciativa.
 Fonte Bahia Noticias

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PRA QUEM APELAR? SEREMOS ROUBADOS DUAS VEZES. ALGUÉM DUVIDA?

PRA QUEM APELAR? SEREMOS ROUBADOS DUAS VEZES....
José Andrade Andrade 10 de Janeiro de 2012 18:29
PRA QUEM APELAR? SEREMOS ROUBADOS DUAS VEZES. ALGUÉM DUVIDA?
Serviços
Privatização dos cartórios na Bahia aumentará as taxas em mais de 400%, diz IAF.
Terça-feira, 10/01/2012 - 14:27
Salvador - Usuários de cartórios no estado da Bahia terão que gastar mais dinheiro com o Poder Judiciário. Isso porque foi aprovada Lei (12.373) que aumenta as taxas de prestação de serviços e de poder de polícia no âmbito do Poder Judiciário e cria uma nova taxa, chamada de fiscalização judiciária. A Lei, que entra entra em vigor em março deste ano, prevê que atos mais comuns como impetrar um mandado de segurança, intimação e certidão negativa fiquem em média 150% mais caros. Quando os serviços de tabeliães forem utilizados, a taxa de fiscalização judiciária será exigida simultaneamente com os emolumentos representando um aumento excessivo em relação aos valores atuais.

“Um processo que tenha o valor da causa fixado entre R$ 46,00 e R$70,59 paga atualmente uma taxa de R$14,80. Pela nova tabela, entretanto, terá que pagar R$250,00, ou seja, uma majoração entre 443% no primeiro caso e 254% no segundo”, explica Helcônio Almeida, presidente do Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia (IAF). De acordo com a Lei estadual 11.631 que ainda vigora, o reajuste anual das taxas é de no máximo 6,56%, o que corresponde ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011.

Se, por exemplo, 10 escrituras forem lavradas por dia com valores compreendidos entre R$352.000,00 e R$ 528.000,00 reais, o cartório teria um faturamento bruto em torno de R$19.292,00 que, multiplicado pelos 22 dias úteis significaria o recolhimento de cerca de R$424.424,00 por mês, cabendo ao cartório R$275.594,00 a título de gratificações e R$148.830,00 como “taxa de fiscalização judiciária” que deverá ser transferida para o Poder Judiciário.

Para Almeida, algumas questões precisam ser levantadas: “A Lei que instituiu tal tributo não “definiu” como será feita esta fiscalização, deixando assim de cumprir uma exigência da Constituição Federal (§1º do Art. 236). Quem vai ser o responsável para apurar possíveis denúncias contra o serviço privatizado? Haverá um órgão especial para receber essas reclamações? Elas irão para o Corregedor do Poder Judiciário ou teremos um órgão especial para receber estas reclamações? O cidadão contribuinte continuará desassistido sendo obrigado a aceitar possíveis “custos extras”?” questiona.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CARTÓRIOS PRIVATIZADOS VÃO AUMENTAR TAXAS


CARTÓRIOS PRIVATIZADOS VÃO AUMENTAR TAXAS EM ATÉ 400% PARA COBRIR TJF











Usuários de cartórios no estado da Bahia terão que gastar mais dinheiro com o Poder Judiciário. Isso porque foi aprovada Lei  (12.373) que  aumenta as taxas de prestação de serviços e de poder de polícia no âmbito do Poder Judiciário e cria uma nova taxa, chamada de fiscalização judiciária. A Lei, que entra  entra em vigor em março deste ano, prevê que atos mais comuns como impetrar um mandado de segurança, intimação e certidão negativa fiquem em média 150% mais caros. Quando os serviços de tabeliães forem utilizados, a taxa de fiscalização judiciária será exigida simultaneamente com os emolumentos representando um aumento excessivo em relação aos valores atuais.

"Um processo que tenha o valor da causa fixado entre R$ 46,00 e R$70,59 paga atualmente uma taxa de R$14,80. Pela nova tabela, entretanto, terá que pagar R$250,00, ou seja, uma majoração entre 443% no primeiro caso e 254% no segundo", explica Helcônio Almeida, presidente do Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia (IAF). De acordo com a Lei estadual 11.631 que ainda vigora, o reajuste anual das taxas é de no máximo 6,56%, o que corresponde ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011.

Se, por exemplo, 10 escrituras forem lavradas por dia com valores compreendidos entre R$352.000,00 e R$ 528.000,00 reais, o cartório teria um faturamento bruto em torno de R$19.292,00 que, multiplicado pelos 22 dias úteis significaria o recolhimento de cerca de R$424.424,00 por mês, cabendo ao cartório R$275.594,00 a título de gratificações e R$148.830,00 como "taxa de fiscalização judiciária" que deverá ser transferida para o Poder Judiciário.

Para Almeida, algumas questões precisam ser levantadas: "A Lei que instituiu tal tributo não "definiu" como será feita esta fiscalização, deixando assim de cumprir uma exigência da Constituição Federal (§1º do Art. 236). Quem vai ser o responsável para apurar possíveis denúncias contra o serviço privatizado? Haverá um órgão especial para receber essas reclamações? Elas irão para o Corregedor do Poder Judiciário ou teremos um órgão especial para receber estas reclamações? O cidadão contribuinte continuará desassistido sendo obrigado a aceitar possíveis "custos extras"?" questiona.

Fonte Bahia Já

terça-feira, 1 de novembro de 2011

TRIBUNAL DE JUSTIÇA VAI À PROCURADORIA DA REPÚBLICA


A presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargadora Telma Brito, encontrou-se na última sexta-feira com o procurador geral da República, Roberto Gurgel, em Brasília, para entregar ao procurador o projeto de privatização dos cartórios baianos.
Segundo a assessoria do TJ, o objetivo é fazer com que a Procuradoria mova uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a proposta de privatização total, depois de sua aprovação na Assembleia Legislativa da Bahia e da sanção do governador Jaques Wagner, em 8 de setembro.
Durante três anos, desde que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a privatização dos cartórios, em outubro de 2008, o assunto foi motivo de polêmica em discussões envolvendo o TJ, servidores públicos e Assembleia.
No dia 30 de agosto, os deputados finalmente aprovaram o Projeto de Lei que transfere imediatamente todos os 1.549 cartórios extrajudiciais para o controle da iniciativa privada, com opção para os titulares de se tornarem donos das unidades ou de serem lotados em outra repartição judiciária.
Porém, dois dias depois da votação, a corregedora do próprio CNJ, ministra Eliana Calmon, declarou ser inconstitucional privatizar todos os cartórios de uma só vez pois, por lei, servidores que fizeram concurso para um cargo não podem trocar de cadeira sem concurso público. “Há pontos que a tornam inconstitucional”, disse ela. Para a ministra, o correto seria privatizar apenas os 614 cartórios com titularidades vagas. Os demais seriam privatizados gradualmente.
Em meio à polêmica, a opção sobre a forma de privatização foi desmembrada em artigo à parte, justamente para que, caso haja impugnação, apenas esse artigo seja impugnado e não toda a lei, o que atrasaria mais o processo de privatização.
“As declarações de Telma Brito e Eliana Calmon são opiniões pessoais. Esse é o projeto mais viável, inclusive do ponto de vista econômico. Com a privatização, uma parte da arrecadação continuaria indo para o TJ”, diz. Enquanto a ação não chega ao STF, o TJ garante que cumprirá a lei, que determina a abertura de concurso para todos os cartórios.
Fonte: Correio da Bahia

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TJ FARÁ CONCURSO PARA JUIZ E CARTÓRIOS EXTRAJUDICIAIS


TJ FARÁ CONCURSO PARA JUIZ ESTADUAL E CARTÓRIOS EXTRAJUDICIAIS
SALVADOR - O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) publicará em breve edital para realização de concurso na Magistratura Estadual. A instituição responsável pela aplicação das provas será a Cespe. A previsão é de que sejam preenchidas 99 vagas. Também será realizada seleção para preenchimento de 500 vagas para os Cartórios Extrajudiciais que foram privatizados. Os cargos deverão ser preenchidos exclusivamente por bacharéis de Direito.           

Em agosto último, a OAB-BA impetrou, no Tribunal de Justiça da Bahia, mandado de aegurança exigindo a adoção de providências concretas para abrir concursos públicos, imediatamente, para suprimento total das vagas em aberto nos cargos de Juiz de Direito. Após alguns ofícios cobrando a prestação jurisdicional efetiva, a Ordem decidiu entrar com a medida judicial para pressionar o Pleno do TJBA.
Fonte:  Radar 64 Publicado em 06/10/2011 às 20h27