sábado, 4 de maio de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
QUEDA NO PREÇO DOS IMÓVEIS EM SÃO PAULO
Quem
pretende comprar um imóvel novo na cidade de São Paulo e anda assustado com a
alta nos preços deverá ter um alívio em 2013, segundo profissionais do setor
imobiliário.
A aposta
de boa parte do mercado é que o valor do metro quadrado cresça de 5% a 10% em
relação a 2012. Se a previsão se confirmar, será mais um capítulo na
desaceleração dos preços. E já há quem fale em queda.
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Lançamentos
ficaram 10,5% mais caros em 2012
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Após a
elevação de 33,5% em 2010, os reajustes vêm perdendo força. Cresceram 26,3% em
2011 e fecharam 2012 com alta de 10,5%, segundo dados preliminares da Embraesp
(Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).
O número
de lançamentos diminuiu 27% no ano passado. Foram 27.835 unidades novas, ante
as cerca de 38 mil em 2010 e em 2011.
PIB
fraco, dificuldade de aprovação de projetos na prefeitura e
"arrumação" diante de um mercado com excesso de lançamentos em anos
anteriores são algumas razões apresentadas por incorporadoras e entidades do
mercado imobiliário para explicar os números de 2012.
Celso
Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (sindicato das empresas do setor),
ressalta que, após um grande número de unidades vendidas e lançadas em 2010, as
incorporadoras se prepararam para um desempenho parecido em 2011. Como as
vendas diminuíram na ocasião, o estoque cresceu, o que, segundo Petrucci, levou
as empresas a lançar menos unidades em 2012 como forma de ajustar a oferta à
demanda.
MAIS
BARATO
Luiz Paulo Pompéia, presidente da Embraesp, diz que em 2013 o setor terá comportamento semelhante ao do ano passado, exceto pelos preços. Para ele, na contramão do que prevê o mercado, haverá redução de 5% a 10% no valor do metro quadrado, com retomada de alta dos preços no ano que vem.
Luiz Paulo Pompéia, presidente da Embraesp, diz que em 2013 o setor terá comportamento semelhante ao do ano passado, exceto pelos preços. Para ele, na contramão do que prevê o mercado, haverá redução de 5% a 10% no valor do metro quadrado, com retomada de alta dos preços no ano que vem.
O
Secovi-SP projeta expansão de 5% nas vendas e de 10% nos lançamentos. "Nos
preços deve haver crescimento de 5% a 10%, acompanhando os custos de insumos e
de mão de obra", diz Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato.
Eliane
Monetti, professora e pesquisadora do núcleo de "real estate" da Poli,
vai na mesma linha e prevê que os preços sigam os custos de construção civil.
Em 2012, o CUB (Custo Unitário Básico) da construção civil paulista subiu
7,29%.
Mirella
Parpinelle, diretora de atendimento da imobiliária Lopes, afirma que o mercado
estará aquecido na cidade. O motivo, segundo ela, é que a demanda por moradia
continua alta e que o investidor privilegia a compra de imóveis em razão do
menor rendimento de aplicações financeiras (com juros da Selic em 7,25%, seu
menor patamar histórico).
Fonte
Folha de SÃO PAULO
DANIEL
VASQUES
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
COMISSÃO QUE ACOMPANHARÁ PRIVATIZAÇÃO DOS CARTÓRIOS ELEGE PRESIDENTE NA AL-BA:
A comissão extraordinária da Assembleia Legislativa da Bahia para acompanhar a privatização dos cartórios no estado teve seu presidente eleito nesta terça-feira (27. O deputado Mário Negromonte Júnior (PP) foi aprovado por unanimidade e afirmou que o colegiado não trará nenhum ônus para Casa. “O nosso objetivo é fazer uma agenda de trabalho dialogando com o tribunal de justiça, os cartórios, os setores envolvidos neste processo e a sociedade. Em todos os estado que visitamos a privatização dos cartórios funcionou muito bem. A Bahia foi o último estado a privatizar e estamos constatando que existem ainda algumas imperfeições, problemas na adaptação no novo modelo e os elevados custos dos serviços cartoriais. A comissão vai atuar no sentido de corrigir essas problemáticas e se for necessário vou solicitar autorização ao presidente Marcelo Nilo para trabalharmos no recesso parlamentar, bem como fizemos quando percorremos todo o Brasil colhendo dados e elaborando o projeto de privatização”, disse o parlamentar pepista. A lei de privatização dos 1.463 cartórios baianos entrou em vigor em março deste ano.
Fonte: BA Noticias por Aparecido Silva
domingo, 11 de novembro de 2012
VANTAGENS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA
Qual o valor do subsídio? Existe um limite no valor
de cada imóvel?
Os
valores máximos dos subsídios - parte do valor do imóvel que será pago pelo
governo - são variáveis de cidade para cidade. Cada cidade possui um teto de
valor para que o imóvel se encaixe no programa. Confira as regras na tabela:O
valor do subsídio para cada família varia de acordo com sua renda bruta.
Preço do
imóvel, R$ 190,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 25.000,00 SP, RJ e Brasília
Preço do
imóvel, R$ 170,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 1 mi
de hab. e capitais
Preço do
imóvel, R$ 145,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 250
mil hab.
Preço do
imóvel, R$ 110,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 a partir de 50 mil
a 250 mil hab.
Preço do
imóvel, R$ 90,000.00 Valor do subsídio, em mil R$ 18.000,00 outras cidades
Qual o valor dos juros?
As taxas
de juros variam de acordo com a renda.
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Faixa
de Renda
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Tx. anual de juros
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Até R$
2.455,00
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5% + TR
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R$
2.455,01 a R$ 3.275,00
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6% + TR
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R$
3.275,01 a R$ 5.000,00
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7,16% + TR
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*TR -
Taxa Referencial de Juros
Posso utilizar o meu FGTS na compra do imóvel?
Os recursos
podem ser utilizados nas seguintes condições:
- » O sacador não pode possuir ou estar comprando nenhum imóvel residencial pelo SFH, em qualquer parte do território nacional;
- » O sacador não pode possuir ou estar comprando nenhum imóvel residencial concluído ou em construção nas seguintes situações:
• No atual município de residência.
• No município onde exerça sua ocupação
principal, nos municípios vizinhos e na região metropolitana.
Qual o valor máximo da minha parcela?
O valor
da parcela mensal deve ser menor do que 20% da renda total.
Fundo garantidor
É um
fundo que cobre o cliente em caso de perda de capacidade de pagamento, como desemprego e/ou perda de
renda.
É
necessária a comprovação da situação a cada 3 prestações requeridas.
Veja
abaixo as condições:
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Renda
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Prest. Garantidas
|
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Até R$
2.455,00
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36 prestações*
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R$
2.2455,01 a R$ 3.275,00
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24 prestações*
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R$
3.275,01 a R$ 5.000,00
|
12 prestações*
|
* Para o
uso do Fundo é necessário já ter quitado 6 prestações do financiamento e
comprovar a perda da renda. Durante o tempo do uso do seguro é necessário o
pagamento mínimo de 5% das prestações. Também é necessário estar adimplente nos
meses anteriores.
fonte : MRV
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